Gestão em saúde na pandemia do COVID-19
DOI:
https://doi.org/10.24862/cco.v16i2.1396Resumo
Introdução – O aparecimento do Coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2) em dezembro de 2019 evidenciou a potencialidade de dispersão rápida e mundial do vírus. Em pouco tempo uma parcela substancial da população global foi acometida pela doença do Coronavírus (COVID-19) e a rápida evolução grave da doença evidenciou a demanda urgente por mudanças na gestão de saúde. Objetivo – Compilar os novos parâmetros de gestão em saúde aplicados à pandemia. Metodologia – Foi feita uma revisão narrativa, que compilou artigos e informações obtidas no ano de 2020 em âmbito nacional e internacional. Resultados – De uma forma geral foi observada uma iniciativa político-econômica para direcionar verbas ao combate e ao controle do vírus. Em âmbito social foram traçados protocolos de prevenção da dispersão do vírus a serem seguidos por toda a população. Nas instituições de saúde a gestão focou na alteração das características das unidades e na administração: do quadro de funcionários; da carga horária; do fluxo de deslocamento; do estoque e fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPI) e de testes diagnósticos; da saúde mental da equipe. A telessaúde utilizou da tecnologia para manter a continuidade da assistência para pessoas. Mas apesar dos esforços, ainda existem deficiências no processo a serem sanadas. Conclusão – A urgência da pandemia de COVID-19 deixa claro que apesar da rápida adaptação da gestão em saúde, muitas limitações do processo existiram. Sendo assim, há uma necessidade por um planejamento mais cauteloso, complexo e preventivo para futuras calamidades.
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